Ganha ou perca, resultados da pré-temporada não têm nenhuma importância

Lukaku

Este é um post preventivo.

O Manchester United venceu LA Galaxy e Real Salt Lake nos dois primeiros jogos da excursão pelos Estados Unidos. Fez sete gols, sofreu três. Jogou bem em alguns momentos, especialmente com Mkhitaryan e Lingard. Lukaku fez um, o que não é o seu primeiro gol de verdade pelo United. Este o será quando ele anotar em partida oficial, claro…

A partir de quinta (20), vão acontecer os três jogos mais difíceis do tour: Manchester City, Real Madrid e Barcelona.

Se o United ganhar os três, os resultados não vão significar absolutamente nada.

Se o United perder os três, os resultados não vão significar absolutamente nada.

A pré-temporada é para testar atletas, formações e, principalmente, dar ritmo para os jogadores. Mourinho estava certo quando disse que Lukaku jogou bem contra o Galaxy apesar de não ter feito nenhum gol. Marcou diante do Real Salt Lake e teve atuação pior.

Esses resultados de pré-temporada me lembram quando o United jogava a Charity Shield nos anos 90-2000 (hoje em dia é Community Shield). Todo ano levava ferro em Wembley ou no Millennium Stadium. Depois era campeão da Premier League.

Se essas partidas significassem alguma coisa, a equipe teria ganhado tudo em 2014-2015, a primeira temporada de Van Gaal. Venceu todas na excursão pelos Estados Unidos. Passou por cima de Barcelona, Real Madrid e Liverpool. Estreou no campeonato, em casa, contra o Swansea e perdeu. Chegou a maio de 2015 sem nenhum título…

É tudo muito relativo.

Não há porque se precipitar em conclusões por jogos como esse. O mais interessante foi Mourinho ter testado a formação 3-4-3, que pode ser utilizada a partir de agosto. E que nem arrisque Juan Mata se ele não estiver 100% recuperado na contusão no tornozelo que sofreu em Salt Lake City.

Esses amistosos são legais para a gente voltar a ver o time e se divertir. Nem para se irritar serve. Não valem nada.

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Mais uma vez De Gea. E quando a relação entre Manchester United e Real Madrid azedou

Manchester United v Real Madrid

 

Vamos nós de novo.

Embora tenha prometido que não comentaria boatos de transferências, o “interesse” do Real Madrid por De Gea (que preguiça desses assuntos…) desperta a necessidade de um post. Mais sobre a relação do Man United com o clube espanhol do que a vontade do Real em contratar o goleiro.

Por que o United venderia De Gea? Nem vamos considerar o que o time espanhol fez no caso Morata… David assinou uma extensão de contrato há duas temporadas. Não estão necessitado de dinheiro em Old Trafford. Nem há mais um jogador que Mourinho dissesse ser possível fazer uma negociação de troca. Quer dizer, até há, mas o Real não vai querer ceder os jogadores que caberiam no United (Kroos, Ronaldo, Bale…).

Não sei se vai acontecer, mas seria a hora de Ed Woodward dar o troco e pedir algo como 200 milhões de libras para vender De Gea. Só de sacanagem…

A relação entre os dois clubes azedou nos últimos anos. Começou a ficar ruim em 2008, na verdade, quando Sir Alex ficou tão irritado com o assédio sobre CR7 que comentou: “eu não venderia um vírus para aquela gente”.

Vendeu no ano seguinte por 80 milhões de libras.

O United tentou “sequestrar” a venda de Bale em 2013. Ofereceu 100 milhões de libras, mas o galês estava decidido a ir para Madri. Houve o caso de Sergio Ramos em 2015, quando o Real sabia que o zagueiro apenas estava jogando com van Gaal para conseguir uma renovação no Santiago Bernabéu. A história do fax “que quebrou” na saída de De Gea e chegada de Navas… Uma das histórias mais estranhas do mercado de futebol que eu me lembre.

Foi uma briga que chegou até a atual pré-temporada. Os dois elencos estão em Los Angeles e os dirigentes do Real Madrid ficaram furiosos porque o Manchester United conseguiu o melhor hotel, o Centro de Treinamento mais escondido da imprensa e as instalações mais confortáveis. Vai tornar interessante o amistoso entre os dois nos Estados Unidos. Porque esses jogos antes do início da Premier League não servem para nada, vamos dizer a verdade. Apenas para a gente matar saudade do time. O partida entre as equipes no ano passado teve público superior a 109 mil pessoas.

É curioso porque a relação entre os dois times já foi de solidariedade e amizade. Sir Matt Busby disse que não fosse o Real Madrid, o Manchester United possivelmente teria deixado de de existir após o desastre aéreo de Munique. Não havia dinheiro em Old Trafford e o Real fez uma série de amistosos com o United, levando sempre os titulares, sem cobrar um centavo. O dinheiro das rendas ajudou a manter o nosso clube vivo.

Não bastasse isso, logo após o acidente, o Real Madrid pediu de maneira formal à Uefa que o Manchester United fosse nomeado campeão europeu de 1958. Ofereceu Puskas por empréstimo de graça, o que só não foi possível se tornar realidade por problemas com o visto de trabalho.

Gestos muito bonitos do Real. Mas que ficaram no passado. De Gea é o último exemplo.

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Lukaku foi caro? Não é problema nosso

Lukaku

Romelu Lukaku vale 75 milhões de libras?

Não sei. Imagino que sim, já que o United aceitou pagar isso por ele. Na verdade, a conta vai chegar a 100 milhões, porque há cláusula de metas no contrato (mais 15 milhões) e a ida de Rooney para o Everton (15 milhões).

Quanto ele custou não é problema meu. Por que deveria me preocupar com quanto um jogador vale ou quanto vai ganhar? Não sou eu quem vai pagar…

Sir Matt Busby tinha a definição perfeita para isso. O dinheiro de um clube de futebol deve estar dentro de campo, onde todos podem ver.

A questão é se Lukaku serve para o United ou não.

Só a choradeira dos torcedores do CSKA Vladivostok nas redes sociais já fez valer a pena. Apenas fiquei com pena (de verdade) de Alvaro Morata. Ficou meio óbvio que o United negociava com Real Madrid e Everton para ver com quem fecharia primeiro. O Real Madrid agiu como o Real Madrid sempre age. Achou que seria mais um caso Sergio Ramos. Deu no que deu…

Por isso que eu defendo a tese:

O Real Madrid quer comprar De Gea? Sem problemas. São 200 milhões de libras.

O Real Madrid quer comprar Fellaini? Sem problemas. São 200 milhões de libras mais Cristiano Ronaldo.

Lukaku tem uma tendência a desaparecer em campo em jogos importantes. Ok, não foram muitos pelo Everton. Mas em clássicos, partidas grandes, ele não costuma brilhar. Mas está claro que tem as características que Mourinho buscava. Um atacante goleador, capaz de intimidar os zagueiros na força física, veloz, que sabe prender a bola no ataque e esperar a chegada dos meias.

Mourinho queria um Diego Costa versão Old Trafford.

Uma grande vantagem é a idade. Aos 24 anos, ele tem os melhores anos da carreira pela frente. O United tem um grupo de jovens, liderados por Pogba, que vão fazê-lo se sentir em casa logo. Mesmo jogando pelo Everton, aliás, o belga morava na região de Manchester (não na cidade Manchester porque nenhum jogador mora lá). Com certeza Mourinho quer um winger pensando nos cruzamentos para Lukaku.

Não deixa de ser estranho. Quando tinha 17 e estava no Anderlecht, Lukaku interessava ao United, mas decidiu que o melhor era ir para o Chelsea. Sete anos mais tarde, ele era cobiçado pelos rent boys e escolheu o United.

Na vida, a gente aprende a tomar as decisões corretas com o passar dos anos…

 

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oO legado de Wayne Rooney

Rooney

 

O tempo será generoso com Wayne Rooney na memória dos torcedores do Manchester United.

É justo.

Os pedidos para ser negociado apenas para receber reajustes de salário, a tentativa de ir para o Chelsea, a demora para entrar em forma cada vez que se contundia, as últimas três temporadas abaixo da crítica. Tudo isso ficará na vala da história.

A escolha dele merece ser louvada. Não é qualquer jogador que segue seu instinto dessa forma, volta para o Everton, rejeita ofertas de mercados periféricos que lhe pagariam muito mais. Há vários motivos para ele retornar ao clube que sempre foi torcedor. Todos válidos. Espera-se que a torcida deles pense da mesma forma. Porque até Ryan Giggs disse que quando o Manchester United jogava em Goodison Park, o nível dos xingamentos direcionados a Rooney era inacreditável.

Em 2010, Sir Alex chegou a deixá-lo de fora da partida porque o jogador vivia crise no casamento (o episódio da prostituta, lembram?) e o treinador temia a reação que o público em Liverpool teria ao vê-lo. Ele ter tomado essa atitude foi algo extraordinário porque Ferguson nunca foi de se preocupar com essas coisas.

Rooney viveu três fases no United. Entre 2004 e 2005, quando teve grandes momentos, mas de forma inconsistente.

Entre 2006 e 2011, seu melhor momento. De forma brilhante, aceitou se sacrificar, jogar como winger ou até no meio-campo para Cristiano Ronaldo se destacar. Teve comportamento profissional exemplar ao não guardar qualquer rancor do português que cavou sua expulsão nas quartas de final da Copa de 2006 (e se ele dissesse para Ferguson que não jogaria mais com Ronaldo?). Este foi um dos motivos para o título da Champions League de 2008. Na temporada 2009-2010, a primeira sem CR7, Rooney carregou o time nas costas e sua lesão na partida de ida contra o Bayern de Munique tirou o United dos eixos. O que custou caro…

A partir de 2012, Wayne caiu de rendimento, alternando boas fases cada vez mais breves com longos períodos de seca. Não apenas nos gols, mas nas atuações. Mourinho, por exemplo, chegou a Old Trafford dizendo que, com ele no comando, o camisa 10 jogaria sempre perto do gol, onde renderia mais. Logo percebeu isso não ser possível. A própria decisão de colocá-lo em campo nos minutos finais da final da Liga Europa, apesar de uma bonita homenagem, foi imagem de que o capitão era mais um símbolo do clube do que um jogador em si.

No decorrer dos anos, Rooney também se transformou. O Manchester United pagou 27 milhões de libras em 2004 por um jogador de rua. Um gladiador que ia para a guerra cada vez que pisava em campo. Foi sob o comando de Ferguson que refinou seu futebol. Por alguns meses entre 2008 e 2010, foi possível incluí-lo entre os melhores do mundo. Wazza merece crédito por jamais ter se negado a fazer funções que não gostava e onde rendia pouco. Como volante, por exemplo.

O que vai ficar com o tempo são os 253 gols, a Champions League de 2008, as cinco Premier Leagues, a FA Cup de 2016, o gol do título na League Cup de 2010, o gol de bicicleta sobre o City, a estreia diante do Fenerbahce, o voleio contra o Newcastle, a vibração à beira do campo quando Ibra marcou de cabeça sobre o Southampton em Wembley, mesmo sabendo que aquilo o impediria de entrar na final…

Estamos tão acostumados com Rooney e o vemos em campo há tantos anos que surpreende ler que ele tem apenas 31.

Duas das grandes discussões dos últimos dias em fóruns de torcedores e nas redes sociais têm sido se Wazza merece uma estátua em Old Trafford e se pode ser considerado uma lenda do clube.

Estátuas em volta ao estádio foram erguidas para Busby, Ferguson, Law, Best e Charlton. Não há como colocar Rooney neste mesmo panteão…

A questão da lenda,  depende da definição de cada um, já que se trata de um valor abstrato e pode variar.

Para este blog, Wayne Rooney é, sim, uma lenda da história do Manchester United. Imperfeito, claro. Mas ídolos perfeitos não existem. Só na imaginação de alguns.

Que ele seja feliz no Everton.

PS. Em janeiro deste ano, fizemos um top 5 dos gols mais bonitos de Rooney pelo United. O link está aqui.

 

 

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Anderson… Dez anos depois

 

Anderson 2

Domingo, 2 de julho, é aniversário de dez anos da contratação de Anderson, o jogador que melhor representa a experiência do Manchester United com jogadores sul-americanos.

Ia escrever um post sobre o jogador que teve bons momentos, foi apresentado junto com Tevez, fez dois gols na semifinal da Champions League de 2011 e, claro, cobrou o sexto pênalti na final de 2008.

Foi quando lembrei que já escrevi. Foi para a Folha, em 2014, quando ele estava prestes a deixar o clube.

Então, reproduzo abaixo. O link original está aqui.

“I

O ano era 2007. Sir Alex Ferguson analisava os prós e contras de investir 18 milhões de libras nele (R$ 68 milhões na cotação atual). Era um preço alto, mas o garoto de 19 anos prometia muito. O argumento final foi dado por Martin Ferguson, irmão de Alex e chefe dos olheiros em Old Trafford.

“Vale a pena. Ele é melhor do que o Rooney.”

O negócio foi fechado.

II

O ano é 2014. Em reunião com o executivo-chefe Ed Woodward, Louis Van Gaal deu a ordem. O Manchester United precisava se livrar de Javier “Chicharito” Hernandez, Shinji Kagawa e do meia comprado sete anos antes. As negociações deveriam acontecer o mais rápido possível.

Chicharito foi para o Real Madrid por empréstimo. Kagawa voltou para “casa “e assinou com o Borussia Dortmund, onde havia sido feliz. Apesar de apenas os clubes da Premier League terem gasto mais de R$ 3 bilhões na janela de transferências, ninguém se interessou pelo terceiro indicado por Van Gaal.

Onde tudo deu errado?

III

Anderson era o próximo Ronaldinho Gaúcho, o futuro camisa 10 da seleção brasileira. Mais um craque made in Brazil destinado a grandes feitos no futebol europeu. Em algum momento nesta trajetória, ele se perdeu.

Talvez Alex Ferguson tenha sido o primeiro a perceber que a Anderson faltava alguma coisa para “ser melhor do que Rooney”. De meia avançado, o transformou em volante.

“Alguns atletas não conseguem ter a cabeça para se adaptar a uma função em que precisa ter preocupações táticas. Anderson é um jogador muito intuitivo. Trabalha apenas com a intuição dele e com muito talento. Mas às vezes falta alguma coisa”, disse Mano Menezes ao blog, citando também que ele apresentou “problemas físicos.”

O recado do treinador do Corinthians é simples. A consciência tática de Anderson é escassa. Não há maturidade futebolística.

Foi com Mano no comando que o menino de 17 anos anotou o gol da vitória gremista na batalha dos Aflitos, em 2005.

Foi o grande momento da carreira dele no Brasil. A partir daí, veio a transferência para o Porto, trampolim para jogar no  United. Anderson parecia estar cumprindo o destino. A primeira imagem foi ele chegando a Carrington, centro de treinamento do clube, usando terno, tênis, boné e dreadlocks.

Jogadores brasileiros costumam ter dificuldades em Manchester. A noite da cidade tem várias opções, mas os boleiros não estão lá para isso. Invariavelmente, não aprendem a língua para conversas fluentes. Sofrem com o frio. A chuva. Quase nunca moram perto do centro. Residem em cidades vizinhas e pacatas, como Altrincham ou Cheshire.

“Sócrates costumava dizer que as diferenças culturais sempre atrapalham muito os jogadores do Brasil que vão jogar no Reino Unido, não importando o quanto eles sejam talentosos”, opina Andy Mitten, colaborador da revista britânica FourFourTwo e editor do United We Stand, um dos principais fanzines dedicados aos Diabos Vermelhos.

Anderson jogou bem nas duas primeiras temporadas, mesmo sem se firmar como titular absoluto. Foi campeão da Champions League de 2008. Entrou nos minutos finais do tempo normal da decisão contra o Chelsea e acertou uma das cobranças na disputa de pênaltis. Teve duas grandes atuações nas semifinais do torneio em 2009, contra o Arsenal.

“É tudo o que eu quis. Foi por momentos como esse que vim jogar no Manchester United”, comemorou.

Na decisão em Roma, diante do Barcelona, foi escalado como titular. O time inglês acabou derrotado e o brasileiro, substituído no intervalo após 45 minutos apagadíssimos. Deu apenas três passes. Paul Scholes entrou em campo faltando aos 25 do segundo tempo e fez 25.

Foi o começo da queda. O argumento dos problemas físicos, feito por Mano Menezes, começou a aparecer. Anderson teve fratura, lesões musculares. Sempre que começava a ter uma sequência de jogos, acontecia alguma coisa. Causava estranheza a relutância que ele tinha em chutar no gol. Sir Alex Ferguson o recuou para a função quase de primeiro volante.

Durante esse período, sua forma física chegou a ser constrangedora em alguns momentos. Comentários dentro do clube são que sua atitude não costuma ser das mais positivas.

Anderson jamais se encaixou no padrão comum de atletas profissionais de futebol. A história mais famosa é quando Cuca o flagrou falando em dois telefones celulares ao mesmo tempo na concentração e foi questioná-lo se não achava aquilo demais. Acaso aquele menino acreditava ser melhor que os outros?

“Sim, eu sou. E se você me colocar para jogar vai ver isso.”

É o mesmo Anderson que, muito jovem, já despertava a cobiça de empresários. Com meros 13 anos, exigiu US$ 2 milhões para assinar com um deles.

Se tudo tivesse acontecido como o esperado, ele teria sido titular do meio-campo brasileiro na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010. Não é convocado desde o vexatório empate em 0 a 0 com a Bolívia, em 2008, no Engenhão, pelas eliminatórias.

Em Manchester, é cada vez mais raro a torcida de Stretford End (a que mais empurra a equipe em Old Trafford) cantar a música de “Ando”, a que diz que ele (em tradução livre) “caga na cabeça de Fábregas”. Teve alguns flashes que animavam os que acreditam em seu potencial. Ajudou a destruir o Arsenal na goleada por 8 a 2, em 2011.

Isso não explica tudo, mas Anderson ganhava peso cada vez que ficava afastado por lesão e demorava para voltar à forma física necessária para brigar por uma vaga como titular.

“Ele encontrou companhia na pequena comunidade brasileira da região, que frequenta alguns poucos restaurantes. Como é um sujeito muito sossegado, boa gente e fácil de conviver, as pessoas queriam a sua companhia”, completa Mitten.

Funcionários do Manchester United e Sir Alex Ferguson ficavam cada vez mais descrentes com as promessas de que o jogador estava “quase pronto” para voltar. Quando chegava ao peso próximo do ideal, o técnico se mostrava relutante em colocá-lo em campo. E quando isso acontecia, a atuação do brasileiro era decepcionante. David Moyes o emprestou para a Fiorentina. Ele mais uma vez deixou a desejar.

Anderson deveria ser um dos grandes nomes do futebol na sua geração. Aos 26 anos, ainda tem tempo, mas a descrença aumenta cada vez mais. Ele cresceu para ser um dos grandes jogadores do planeta e chegou a um dos maiores clubes do mundo. O mesmo que deve dispensá-lo, de graça, em julho de 2015.”

 

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Hoje! Promoção no blog: autobiografia de George Best

Às 19h de hoje, o quiz valendo “Blessed”, a autobiografia de George Best.

Blessed

Nesta sexta, 30 de junho, às 19 horas (de Brasília), vou colocar uma pergunta aqui sobre Bestie. Apenas uma na nossa página no Facebook. Quem postar primeiro um comentário com a resposta certa, leva e recebe em casa. NÃO SERÁ NO BLOG! SERÁ NA NOSSA PÁGINA DO FACEBOOK!

Difícil, mas vou tentar uma pergunta que não tenha (ou não seja tão fácil) achar a resposta no Google.

 

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Promoção no blog: autobiografia de George Best

Vocês não vão lembrar (acho), mas antigamente costumávamos ter umas promoções por aqui. Lembro que teve uma autobiografia de Ryan Giggs e alguns season reviews dados a ganhadores de um quiz.

Já que estamos de volta, firmes e fortes, com o blog, eu pensei em trazer algo da viagem recente para o Reino Unido para que pudesse oferecer a vocês.

Não sabia muito bem o que seria, até que em um sebo encontrei uma cópia de Blessed, a autobiografia de George Best. Comprei.

Blessed

Então será isso. O que vamos fazer é. Nesta sexta, 30 de junho, às 19 horas (de Brasília), vou colocar uma pergunta aqui sobre Bestie. Apenas uma na nossa página no Facebook. Quem postar primeiro um comentário com a resposta certa, leva e recebe em casa. NÃO SERÁ NO BLOG! SERÁ NA NOSSA PÁGINA DO FACEBOOK!

Difícil, mas vou tentar uma pergunta que não tenha (ou não seja tão fácil) achar a resposta no Google.

 

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