Apresento tudo o que vocês precisam saber neste sábado

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Três coisas que aprendemos da classificação para a final da Copa da Liga

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Perder nunca é bom e não existe este negócio de “derrota digna”. Mas se pudesse escolher uma situação para perder, esta até que não foi ruim.

Então, vamos tratar do assunto de uma vez, pensar em Wembley e nunca mais falar de novo sobre esta atuação ridícula do Manchester United…

 

1. Something tells me I’m into something good

A torcida do United, nos jogos fora de casa, é uma classe à parte há muito tempo. Durante os 90 minutos no KC Stadium, aconteceu o que sempre acontece. Os visitantes foram mais barulhentos e incansáveis no apoio ao time.

A música mais ouvida foi uma versão de “I’m into something good”, da banda Herman’s Hermitt, de Manchester, da década de 60.

“Woke up this morning feeling fine / I’ve got Man United on my mind / Jose’s playing the way that United should (Oh, yeah) / Something tells me I’m into something good.”

Clique aqui para ver o clipe.

 

2. Ibra parece cansado

Zlatan tem seu preparador físico particular, aprendeu a se cuidar, mas é um atacante de 35 anos que nunca é substituído.

Ele parece cansado e tenta se preservar em alguns momentos da partida. É possível que precise ser preservado e a partida da FA Cup contra o Wigan é o momento ideal para isso.

Mas o United não perdeu por causa de Ibra. Pogba jogou mal, assim como Herrera. Darmian continua sem acertar um cruzamento. Smalling foi patético.

 

3. Rojo na lateral esquerda é outro jogador

Uma parte da ascensão da equipe na temporada deve ser creditada a Marcos Rojo. A parceria com Phil Jones no miolo da zaga deu uma estabilidade para a defesa quando muito poucos esperavam. Principalmente porque aconteceu no momento da lesão de Smalling e antes da convocação de Bailly para a Copa Africana.

Quando joga na lateral, o argentino é estabanado, toma decisões erradas, comete faltas bobas, não sabe cruzar…

É como se atuasse mais atento como zagueiro porque sabe que ali a margem para erro é muito menor.

 

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O recorde, Sir Alex, o rancor de alguns e os motivos para Wayne Rooney não merecer uma estátua em Old Trafford

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O que a imprensa vai fazer da vida quando Wayne Rooney se aposentar? O United jogou no sábado, estamos na terça-feira e o atacante continua monopolizando o noticiário. Isso, em grande parte, claro, é por causa do clube em que está. O United é adorado ou odiado, jamais ignorado. Dá audiência. Rende cliques.

No programa 606, da Rádio BBC Five Live, TODOS os ouvintes que ligaram para a emissora, sem exceção, criticaram Wazza. O nível da bile contra o jogador chega a ser inacreditável. Se esquecermos todos os títulos conquistados por ele, basta dizer que é o maior artilheiro da história do Manchester United e da seleção inglesa.

Se LEMBRARMOS dos títulos, temos de jogar na conta cinco Premier League, uma FA Cup, duas Copas da Liga, uma Champions League e um Mundial de Clubes.

“O que ele conseguiu é incrível. Ninguém poderia imaginar que chegaria nesse nível quando o contratamos”, disse Sir Alex Ferguson para a MUTV. “Se você pensar que ele bateu o recorde com cerca de 200 jogos a menos que Sir Bobby Charlton, é mais incrível ainda.”

Os números não mentem, mas não dizem tudo. Sir Bobby nunca foi o ponto central do ataque do Manchester United e passou mais tempo não atuando como atacante do que Rooney. Isso não desmerece a marca de Wayne, jamais. Mas os fatos são os fatos.

Sir Alex também considera difícil que alguém supere o recorde porque poucos jogadores ficam mais de dez anos em apenas uma equipe hoje em dia. Mourinho afirmou que Rashford pode ser capaz disso. Ferguson não disse que não, mas o tom foi de dúvida.

Chegou-se a falar de uma estátua para Rooney em Old Trafford. Que ninguém nos ouça, é um exagero.

O clube mandou fazer estátuas para Sir Matt Busby e Sir Alex. Também tem a santíssima trindade de Law, Charlton e Best.

Repito: Rooney é importante na história do clube. Mas ele não está neste patamar. Especialmente quando lembramos que Eric não tem. Nem Giggs. Ou Scholes. Ou Keane. Ou Robson. Ou Stiles. Ou Gregg, o herói de Munique.

E nenhum deles jamais pediu para deixar o Manchester United. Algo que Rooney fez. Duas vezes.

Nada disso diminui o recorde de Wazza, tudo o que ganhou, os gols, os títulos e o fato de ter aceitado muito bem uma nova função dada a ele por Mourinho. Não é titular e, cada vez que entra em campo, mostra entusiasmo pela causa. Faz de tudo par ajudar. Poucos aceitariam um papel desses (vejam o exemplo de Martial…).

Mas uma estátua? Vamos com calma.

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A questão Martial e a paciência de Mourinho

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Perguntado após o empate com o Stoke sobre Martial, que sequer foi relacionado para o banco de reservas, Mourinho foi curto e grosso.

“Ele não foi selecionado”.

Torço para estar errado, mas a relação Martial-Mourinho é um acidente esperando por acontecer. A segunda temporada do francês em Old Trafford não é boa, o que é normal. Mas as informações que seu agente e apaniguados vazam para a imprensa, não são.

A começar pela infantilidade de reclamar ter perdido a camisa 9 para Ibrahimovic. Depois as histórias de que pode ser emprestado. Que o Valencia e o Lyon estão interessados. Que Mourinho não lhe dá oportunidades na sua posição preferida, pelo meio do ataque.

Com Louis Van Gaal, Martial teve uma sequência de 19 partidas como titular. Nesta temporada, o máximo que conseguiu foi três.

O problema não é a oscilação técnica. Outra coisa que seria normal para um atacante de 21 anos. O que parece desgastar o treinador são as questões fora de campo. O português tem de se preocupar em melhorar o aproveitamento ofensivo da equipe, em conversar com os reforços que tem em mente para a próxima temporada, em entrar na zona de classificação para a Champions League.

Martial não deveria ser uma questão tão importante.

É verdade que ele passa por problemas fora de campo. Separou-se da namorada com a qual tem um filho. Sim, o dinheiro é excelente, mas os jogadores não moram em Manchester. Geralmente, residem nos subúrbios, onde estão as mansões. Altrincham, Cheshire, esses lugares… São regiões afastadas e calmas demais. Claro, a escolha da residência foi dele, mas vocês sabem como jogadores de futebol são.

Ele teve bons momentos na atual temporada. O gol contra o Stoke, em Old Trafford. Outro diante do Middlesbrough, que iniciou a virada. Dois no West Ham, pela Copa da Liga… Mas atuando aberto pela esquerda, não tem forçado Mourinho a escalá-lo com boas atuações. Embora seja atacante, atua como winger, uma função que o próprio treinador reconheceu ter opções demais.

“Eu não posso lhe dar seis, sete jogos em sequência porque há outros jogadores esperando por uma chance”, disse José.

Nas entrelinhas, está dito que não se satisfez com o que viu do francês em campo até agora. Da mesma forma que deixou claro que Martial deve prestar menos atenção no seu empresário.

“Ele precisa escutar o que o técnico dele diz”, disse, após a vitória sobre o Boro, quando Martial fez um gol.

Não há no horizonte qualquer possibilidade de negociá-lo. Mourinho não seria louco de fazê-lo. Mesmo que por empréstimo. Mas o francês precisa perceber que a concorrência em Old Trafford aumentou. E ele tem de se adaptar aos novos tempos.

 

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Os 5 gols mais bonitos dos 250 marcados por Rooney pelo Manchester United

Poucos jogadores polarizaram tantas opiniões na história do Manchester United quanto Wayne Rooney. O garoto-prodígio contratado por 29 milhões de libras em 2004 está há 13 anos em Old Trafford. Tornou-se um veterano, capitão, adorado, criticado. Mas é difícil achar um torcedor que não tenha opinião sobre ele.

São cinco títulos da Premier League, uma FA Cup, duas League Cups, uma Champions League, um Mundial de Clubes. Dois pedidos para ser negociado e uma briga séria com Alex Ferguson.

Tudo isso somados a 250 gols e a liderança no ranking dos maiores artilheiros da história do Manchester United.

O Brazilian Red Devils faz um ranking (100% pessoal) dos gols mais bonitos de Wazza pelo clube. Clique no link dos jogos para ver os gols no Youtube.

 

5. Manchester United – Middlesbrough (FA Cup – 2004/2005)

Na primeira temporada pelo clube, ele já havia feito um golaço na partida contra o Boro, encobrindo Mark Schwarzer. O melhor veio depois. Ele aproveitou desvio de cabeça de Saha para mandar uma voleio no ângulo.

 

4. West Ham – Manchester United (Premier League – 2013/2014)

Um dos raros momentos memoráveis da passagem de David Moyes por Old Trafford foi o gol de Rooney em Upton Park. Um chute do meio-campo que pegou o goleiro desatento. O grande mérito de Moyes, aliás, foi reconstruir a relação do clube com o atacante. Nos últimos meses de Sir Alex, parecia certo que Wayne sairia.

 

3. Manchester United – Portsmouth (FA Cup – 2006/2007)

Foi um jogo difícil porque, na época, o Portsmouth tinha um bom time, bancado por uma ilusão e com o clube gastando dinheiro que não tinha. Tanto que ganharia a FA Cup na temporada seguinte. O gol do United demorou a sair, mas a equipe só relaxou em campo quando Rooney viu David James adiantado e chutou por cima do goleiro, com enorme precisão.

 

2. Manchester United – Manchester City (Premier League – 2010/2011)

O gol mais lembrado de Rooney pelo United deu a vitória no dérbi. Com o placar empatado em 1 a 1, Nani cruzou, a bola desviou e foi na direção do camisa 10, que acertou uma bicicleta no ângulo. Foi o resultado que manteve a equipe no caminho para o título.

 

1. Manchester United – Newcastle (Premier League – 2004/2005)

O United jogava mal e perdia para o Newcastle poucos meses após  Rooney ter chegado ao  clube. No segundo tempo, a equipe precisava de alguma coisa especial para mudar os rumos da partida. Rooney aproveitou um rebate da zaga e de (muito) longe, acertou um sem-pulo espetacular. Mesmo que o Newcastle tivesse dois goleiros, não teria jeito.

 

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Três coisas que aprendemos no empate em 1 a 1 contra o Stoke

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1. Mata custou dois pontos ao United

Isso não  é uma crítica ao espanhol como jogador, mas às vezes dá para entender porque Mourinho não confia 100% nele. Mata não foi culpado por ter feito o gol contra. Aquilo foi um acidente. Mas ele desistiu da marcação no meio da jogada. Não acompanhou Pieters, que fez o cruzamento a originar o único ataque relevante do Stoke na partida. Essa falta de comprometimento com a marcação atrapalha.

E ele ainda perdeu aquela chance, debaixo do gol, sem goleiro…

Mas Mata não foi o único. Mkhitaryan também teve uma partida abaixo da crítica.

 

2. Confiem em Rashford

Todas as vezes em que Marcus Rashford partiu para cima da marcação, criou alguma coisa. Faltou precisão em alguns momentos em um dia em que nada deu certo. Ele usou a velocidade, aberto pela esquerda, para tentar o drible e as jogadas de linha de fundo.

Mas parece que o United está condicionado (por causa das opções nas laterais) a jogar preferencialmente com Valencia pela direita. E Pogba, sempre que pega na bola, tem o primeiro instinto de procurar por Ibra. O que pode ser bom. Neste sábado atrapalhou. Porque Zlatan também não estava bem.

Na verdade, o pedido para confiar mais em Rashford também é para Mourinho.

 

3. Keep knockin’on the door

Levados em conta todos os prós e contras, o Manchester United desperdiçou dois pontos. Era uma rodada excelente para descontar a vantagem para o top four. O Liverpool perdeu. Manchester City e/ou Spurs desperdiçariam pontos (este texto foi escrito antes da partida).

O time teve um começo de jogo ruim e disperso (como aconteceu na semana passada). Mas dominou completamente a partida. Foi uma daquelas tardes em que a bola bate na trave, o cruzamento desvia, o chute que vai para o gol se choca com alguém no meio do caminho… E Mark Clattenburg está em campo apitando, com sua miopia crônica para faltas e pênaltis.

A vantagem do Manchester United versão Mourinho é não deixar a frustração tomar conta. Insistir. Continuar tentando até o fim. Foi o que aconteceu e por isso Wayne Rooney se tornou o maior artilheiro da história do clube, com 250 gols (já escrevemos sobre o recorde de Wazza neste post aqui).

 

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A coletiva de Mourinho antes do Stoke: “Valencia é o melhor lateral-direito que você pode ter”

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Sobre a saída de Memphis Depay

“As coisas não deram certo para ele também na temporada passada. Mas pela minha perspectiva, em vez de dizer ou tentar dizer porque não deu certo, é mais fácil para mim e ele merece que eu diga que foi um profissional fantástico. Então se alguém por aí diz que ele não foi um grande profissional, está totalmente errado. Uma coisa é alguma foto que alguém tira com ele em um carro de luxo ou vestido de maneira específica, mas essa imagem é errada. O rapaz é um profissional fantástico, é um menino que respeitou todo mundo e trabalhou forte para ter mais chances, um garoto frustrado porque não estava conseguindo. Eu tenho somente boas coisas para dizer sobre ele e, acho importante dizer isso, o problema é que se trata de jogador que atua na única posição em que temos atletas em excesso. Ele é winger e wingers é o que mais temos, então é a posição mais difícil para receber oportunidades(…) Temos Lingard, Mata, Mkhitaryan, Martian, Ashley Young, Rashford, é uma posição em que temos seis possibilidades. Até Rooney jogou algumas vezes pela esquerda(…)

 

Sobre ter a opção colocada no contrato de comprar de volta Memphis

“Potencialmente  ele é um jogador muito bom. Eu acho que quando Mr.van Gaal decidiu contratá-lo, acertou, ele o conhecia muito bem da seleção, era muito jovem quando foi para a Copa do Mundo e teve flashes de qualidade. Estava atuando bem na Holanda, nós sabemos que a liga holandesa não é a mesma coisa, mas estava mostrando coisas muito boas e creio que Mr.van Gaal e o Manchester United fizeram muito bem em comprá-lo. Ele não teve sucesso nesses 18 meses, diria, mas é muito jovem e acho que é importante para o clube manter controle desses talentos e querem que ele jogue muito, muito bem no Lyon e por que não voltar? Todo mundo aqui gosta dele.”

 

 

Sobre opções e acúmulo de jogos
“Em algumas posições estamos confortáveis, até mesmo pensando nas copas, porque tenho de acreditar que vamos longe nessas competições e temos muitos jogos a disputar, especialmente em abril, maio e temos partidas da Liga Europa às quintas (…). Provavelmente teremos posições com problemas porque não temos muitas opções, mas na questão de lesões estamos tendo sucesso. Espero que até o final da temporada não teremos tantos problemas e vamos sobreviver. Temos condições de brigar em todas as competições que estamos.”
Sobre contratar alguém neste mês
“Sempre acho que o melhor momento é o mercado de verão. Sempre considerei o mercado de janeiro como emergencial, onde você tenta resolver alguns problemas para dar um impulso para o time para o resto da temporada. Mas não é um mercado fácil, tenho de admitir.”
Sobre as possíveis saídas de Bastian e Young
“Não. Não estava nem pensando nas saídas de Morgan e Memphis. Permitimos que saíssem porque as ofertas certas chegaram. Everton e Lyon lutaram pelos jogadores que não estavam totalmente felizes aqui por não estarem atuando tanto quanto gostariam. Não acho que seria humano não deixá-los partir. Apenas uma oferta ruim impediria isso e sabemos como avaliar isso. Então, se um dos jogadores não estiver feliz, não vou impedi-los de sair.”
Sobre a sequência invicta
“Não estou preocupado com isso. Não me importa. Não vamos jogar apenas para preservar a sequência sem perder ou tentar chegar a 20… Nada disso. Queremos ganhar, tentamos ganhar. Se perdemos, perdemos e não vamos a Stoke para defender nossa invencibilidade. É uma sequência agradável, admito, mas não vamos lá para nos defender pensando nisso.”
Sobre Guardiola ter dito que o City está fora da briga pelo título (e a equipe está na frente do United na tabela)
“Eu não comento o que Pep diz…” 
Sobre a extensão do contrato de Valencia
“Não acho que é um prêmio. Não vejo assim. Acho que ele é o melhor lateral-direito que você pode ter. Não há ninguém melhor na posição no futebol. Quero manter os melhores e não sinto como recompensa. Vejo como privilégio para nós por ter um jogador tão bom, um ser humano tão bom.”
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