Três coisas que aprendemos com o empate contra o Bournemouth

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1. O Manchester United é um time de copas

O United ganhou a Premier League em 2011 e 2013 com um elenco bem inferior ao atual. Foi campeão por causa da genialidade de Sir Alex Ferguson, que sabia extrair de vários jogadores mais do que eles tinham a oferecer. E a não percepção da realidade de reformular o time, quando SAF se aposentou, é parte do problema que a equipe vive até hoje.

O grupo desta temporada não tem a consistência para um torneio de pontos corridos, com 38 rodadas em que se pode até não jogar bem, mas é preciso extrair o resultado a qualquer custo. Sem contar outros menos óbvios, são quatro partidas em Old Trafford em que o Manchester United amassou o adversário, mas ficou no empate: Stoke, Arsenal, Burnley e… Bournemouth. Quem colocar mais oito pontos na classificação vai ver que o clube chegaria a 57 pontos. Estaria em segundo.

O estilo que Mourinho conseguiu até agora serve mais para o mata-mata. O quanto é bom o bastante descobriremos nos próximos 15 dias.

O que nos leva a…

 

2. É QUINTA-FEIRA!

A inconsistência na Premier League mostra que a melhor chance do United se classificar para a próxima Champions League é via Liga Europa. Com três jogos eliminatórios em sequência (um pela FA Cup), dois fora de casa e com viagem para a Rússia no meio do caminho, Mourinho terá um desafio para administrar o elenco e, especialmente, a condição física de Ibra.

Como é possível que ele seja suspenso por causa da cotovelada, pode ser que nem possa ser escalado contra o Chelsea.

Se tiver de escolher entre a Liga Europa e a FA Cup, José não tem muito o que pensar.

 

3. Rooney está proibido de chutar no gol

É a conclusão possível. O que leva um atacante que passou a carreira como artilheiro, maior goleador da história da seleção inglesa e do Manchester United, a repetidas vezes receber a bola na área ou em condições de finalizar e tomar decisões tão erradas?

Rooney parece ser jogador com confiança zero. A partida deste sábado resumiu perfeitamente. Duas vezes ele partiu com a bola dominada para a área, na diagonal e, em vez de chutar ao gol, tentou fazer o passe. Recebeu cruzamento em que tinha tempo para dominar no peito e finalizar. Deu uma cabeçada fraca.

Entrem no YouTube e vejam o terceiro gol do United sobre o Milan, na semifinal da Champions League de 2007. Rooney teve a audácia, a habilidade, a precisão de finalizar de primeira, de fora da área, quando até Dida achava que ele daria um toque na bola antes.

Este Wayne Rooney, infelizmente, não existe mais.

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