Três coisas que aprendemos no empate em 1 a 1 contra o Stoke

rooney

1. Mata custou dois pontos ao United

Isso não  é uma crítica ao espanhol como jogador, mas às vezes dá para entender porque Mourinho não confia 100% nele. Mata não foi culpado por ter feito o gol contra. Aquilo foi um acidente. Mas ele desistiu da marcação no meio da jogada. Não acompanhou Pieters, que fez o cruzamento a originar o único ataque relevante do Stoke na partida. Essa falta de comprometimento com a marcação atrapalha.

E ele ainda perdeu aquela chance, debaixo do gol, sem goleiro…

Mas Mata não foi o único. Mkhitaryan também teve uma partida abaixo da crítica.

 

2. Confiem em Rashford

Todas as vezes em que Marcus Rashford partiu para cima da marcação, criou alguma coisa. Faltou precisão em alguns momentos em um dia em que nada deu certo. Ele usou a velocidade, aberto pela esquerda, para tentar o drible e as jogadas de linha de fundo.

Mas parece que o United está condicionado (por causa das opções nas laterais) a jogar preferencialmente com Valencia pela direita. E Pogba, sempre que pega na bola, tem o primeiro instinto de procurar por Ibra. O que pode ser bom. Neste sábado atrapalhou. Porque Zlatan também não estava bem.

Na verdade, o pedido para confiar mais em Rashford também é para Mourinho.

 

3. Keep knockin’on the door

Levados em conta todos os prós e contras, o Manchester United desperdiçou dois pontos. Era uma rodada excelente para descontar a vantagem para o top four. O Liverpool perdeu. Manchester City e/ou Spurs desperdiçariam pontos (este texto foi escrito antes da partida).

O time teve um começo de jogo ruim e disperso (como aconteceu na semana passada). Mas dominou completamente a partida. Foi uma daquelas tardes em que a bola bate na trave, o cruzamento desvia, o chute que vai para o gol se choca com alguém no meio do caminho… E Mark Clattenburg está em campo apitando, com sua miopia crônica para faltas e pênaltis.

A vantagem do Manchester United versão Mourinho é não deixar a frustração tomar conta. Insistir. Continuar tentando até o fim. Foi o que aconteceu e por isso Wayne Rooney se tornou o maior artilheiro da história do clube, com 250 gols (já escrevemos sobre o recorde de Wazza neste post aqui).

 

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