Match report: CSKA Chelski 2-1 Manchester United (EPL, 26/4/2008, Stamford Bridge)

Quem quiser utilizar os textos do Brazilian Red Devils, favor ter a decência de dar o crédito de onde tirou o texto. E isso de maneira clara e legível para todos os visitantes.

 

Escrevo de um teclado que não funciona muito bem, já que não estou em casa. Se você encontrar erros de digitação ou letras faltando, não reparem.

Mesmo tarde…

Em 21 anos de Manchester United, Sir Alex Ferguson algumas vezes tomou atitudes tão ousadas quanto polêmicas. Talvez a mais famosa foi vender Paul Ince, Andrei Kanchelskis e Mark Hughes no verão de 1995. O resultado foi o double em 1996. Essa e outras deram certo. Mas houve fracassos. O mais famoso talvez tenha sido a contratação de Verón em 2001, embora eu discorde. Foi negociar Van Nistelrooy com o Real Madrid.

Mas (DEUS E CANTONA NOS LIVRE!) se o Manchester United perder o título inglês para o Chelsea, a escalação do time em Stamford Bridge terá sido um gigantesco fiasco. Substituições incluídas. Salvo motivo de contusão, por que Fergie colocou O’Shea no lugar de Anderson?

No meu período de torcedor Red Devil, poucas derrotas me deixaram deprimido. Sábado foi um desse casos, junto com a semifinal contra o Borussia em 1998, as oitavas contra o Porto (2004), a última rodada da Premier League de 1995…

Eu não discuto a escalação. Não o faria, mas entendo a escolha por Ronaldo e Tevez no banco. Não argumento o trio de volantes até porque acho que Fletcher foi o melhor do United na partida.

O problema foi a postura do time no primeiro tempo. Os primeiros 45 minutos foram fotocópia da partida no Camp Nou. Os Reds parados na defesa esperando e assistindo o rival desfilar. A diferença foi que o Chelsea marcou.

E o que dizer o azar de Vidic? Se for confirmada concussão, é fim de temporada.

Foi tudo errado no primeiro tempo. Ferguson jogou pelo 0 a 0 e o time naufragou.

Foi só no segundo tempo que os Reds tentaram jogar, saindo da defesa com toque de bola, não apenas rifando para Rooney no ataque. Carrick subiu de produção e, aparecendo mais pelo meio, Giggs foi o principal coordenador ofensivo. As coisas poderiam ter melhorado ainda mais se Nani não tivesse jogado tão mal.

O empate aconteceu com a bobagem de Ricardo Carvalho, é verdade. Mas o United poderia ter anotado mais gols se Anderson (duas vezes) e Nani tivessem enxergado Giggs completamete sozinho do outro lado. Era só inverter o lado.

Não vou entrar no mérito do pênalti. Preciso ver por outros ângulos. Na transmissão ao vivo foi impossível ver, mesmo no replay.

Teve também a expectativa de um late rally. Dois gols evitados em cima da linha. Heartbreaking.

O momentum é do Chelsea, é inegável. Mas o Manchester United depende apenas de vitórias sobre West Ham e Wigan para ser campeão.

É mais do que possível. É a lógica. Mas o problema é que não há mais margem para erro.

COME ON, UNITED!

@ Copyrights Brazilian Red Devils – 2008

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3 Respostas para “Match report: CSKA Chelski 2-1 Manchester United (EPL, 26/4/2008, Stamford Bridge)

  1. Pois é, perdi meu sábado depois da derrota do United para o time russo. Ballack não jogou nada, mas apareceu na única vez que Fletcher o deixou livre e marcou o primeiro gol.
    Giggs jogou bem no segundo tempo, mas no primeiro me fez pensar que assim que bater bater o recorde de Bobby Charlton deve procurar novos caminhos, a temporada que vem deve ser a derradeira.
    Nani voltou muito mal ao time, nem parecia o jogador que vinha em uma ascendente tremenda. O Ashley Cole acabou com ele, e depois conosco tirando aquela bola do Ronaldo em cima da linha.
    Fiquei muito chateado pelo penalti, o juíz deixou rolar, o Essien (acho) chutou para fora e depois ele voltou e apitou no grito!! Fiquei extremamente puto! pela marcação. Pelo que vi, a bola resvalou no braço do Carrick que estava junto ao corpo, MUITO diferente do Gallas na semana passada.

    Só dependemos de nós, jogando contra West Ham em casa e Wigan fora. Esse título ainda é todo nosso.

  2. No primeiro tempo deu raiva da postura adotada pelo United. Parece que não aprenderam nada com o jogo contra o Barça. Time inteiramente acuado, dando chutão pra frente e deixando os atacantes se virarem sozinhos. O resultado não poderia ser outro mesmo. O que acontece com Ferguson? Que covardia inexplicável e desnecessária é essa? Será que ele tomou umas aulas sobre retranca com o técinico do Milan? No segundo tempo, aí sim, o United que nós conhecemos e queremos ver. Marcação na saída de bola, time compacto, passes consequentemente corretos. Jogo empatado e equilibrado dentro de campo, parecia que sairíamos com o empate. Até que houve aquele maldito penalti. Sinceramente, não posso dizer se foi ou não, o replay foi mostrado apenas uma vez e o ângulo era ruim, mas parece que foi aquele típico lance de bola na mão, quando Carrick usou o joelho pra cortar o cruzamento e a bola resvalou na sua mão. E isso definitivamente não é penalti. É diferente do lance do Galas, quando ele claramente bota a mão na bola. Pela reação dos jogadores em campo, a impressão que passa é que realmente não foi. Ronaldo isolou a bola na saída em forma de protesto. Mas isso já é passado. O importante é manter a concentração e principalmente parar com essa verdadeira palhaçada de jogar na retranca. Cá entre nós, o United tem time de sobra pra ganhar do West Ham no Old Trafford e do Wigan fora. Se perder pontos pra esses dois, é que infelizmente não merece ganhar o título mesmo. O título ainda está nas nossas mãos. Basta o Manchester United voltar a ser o Manchester United. Acredito que isso é plenamente possível. MANCHESTER THE RELIGION.

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